segunda-feira, 22 de abril de 2013

FREUD, A PSICANÁLISE E O DECLÍNIO - Horácio Velmont







Freud lançou bases que não foram aperfeiçoadas
A psicanálise era uma ciência de base para ser continuada, mas os seus seguidores não deram continuidade a sua ciência como ele desejava. A psicanálise possui ainda a mesma estrutura, obsoleta, em forma de dogma e doutrina. 
O ensinamento da Psicanálise nas faculdades é mentirosa, e os professores sabem que estão enganando os seus estudantes com algo que não funciona. A prova disso é que os mesmos psicanalistas jamais fazem um teste em seus pacientes, precisamente para evitar que a inutilidade da terapia fique em evidencia.
Segundo o Dr. H.J. Eysenk, professor de Psicologia da Universidade de Londres, “não existe prova alguma da eficácia do tratamento freudiano; exatamente o mesmo numero de doentes que se recuperam a base de tratamento psicanalítico da mesma maneira que poderiam ter se curado sem ele”
Os psicanalistas ignoram que todos os seres vivos, terrestres ou extraterrestres, ademais da Mente Analítica tenham uma segunda Mente, a Mente Reativa, que é um mecanismo de sobrevivência. Esta segunda mente é a origem de todos os transtornos mentais, e seu desconhecimento faz com que a Psicanálise seja interminável.
A interpretação dos sonhos não passa de equívocos porque simplesmente são descargas elétricas que harmonizam a mente para que a pessoa possa estar bem ao despertar (o sonho não deixa de ser uma continuidade do pensamento que passa a ocorrer de maneira automática, se utilizando de dados gravados na Mente Reativa inconsciente, com seus símbolos, impulsos e ansiedades).
O sonho se manifesta algumas vezes como porta de saída da Extra-Consciencia, a projeção ocorre devido à incapacidade da Mente Analítica de conter a Conjunção das Memórias, ou seja, os 10% com os 90% de sua Extra-Consciencia.
Porém a maioria dos sonhos não tem sentido já que são jogos que a mente faz quando está descansando, assim o que sonha visualiza fatos que na realidade nunca aconteceram (levando em conta os exageros e cargas de ego e complexos que estão ativados)
Freud pedia a seus pacientes que lhe contassem seus sonhos, tratando de extrair deste material suas idéias reprimidas. Por exemplo, se uma mulher lhe dizia que havia sonhado com um avião decolando, Freud deduzia que na realidade a mulher pensava em uma ereção (porque o pênis, como o avião, sobre até ficar ereto). Mais absurdo impossível.
Freud usou a princípio a hipnose como fim terapêutico, mas finalmente a abandonou porque seus efeitos não eram duradouros (Freud tendia a aperfeiçoar progressivamente suas técnicas, pois eram apenas uma base, mas de fato os psicanalistas posteriormente foram tomados pelo Ego e em nada evoluíram)
Freud notou quem todo mundo podia ser hipnotizado, nunca chegou, a saber, do risco que implicava seu uso.

O Inconsciente de Freud é a Mente Reativa?

O inconsciente de Freud se resume numa percepção que invade a Mente Analítica sem que o indivíduo se dê conta disto. Mas o inconsciente freudiano não é a Mente Reativa. A Mente Reativa apenas capta e atrai e canaliza engramas e protagonizações do ego reforçando ainda mais a manifestações destes. Mas o inconsciente, contrariamente é apenas sentidos superficiais sem que o percebamos. Podemos dizer que o Eu Interior viria a ser o inconsciente freudiano, mas não tem relação alguma com a Mente Reativa, pois o inconsciente pode estar manifesto em contexto benigno e a Mente Reativa jamais beneficia o indivíduo.
As percepções que entram no banco de memórias fazem isso quando a pessoa está analítica ou desperta, pois se ela estivesse desmaiada ou ferida, as percepções invadem a Mente Reativa como ordens hipnóticas, essas ordens hipnóticas jamais são percebidas pela Mente Analítica, pois ela não se dá conta que estejam penetradas. Quando a Mente Analítica está diminuída total ou parcialmente dá cabida a essas ordens hipnóticas e as manifestações de vários tipos de egos.
Por exemplo, se você está assistindo TV e alguém lhe diz algo que você não prestou atenção, isso fica gravado em seu banco de memória, e posteriormente esses dados podem vir à superfície da consciência. Da mesma maneira ocorre com informações gravadas a nível celular e genético de pré existências que não podendo ser recordadas totalmente podem advir em lampejos e flashes rápidos de memória consciente.
Freud interpretava tudo como impulsos, para Freud o inconsciente era o “ele”, o “ele”, para Freud era caprichoso, o que sempre quer mais e mais. Mas isso é a Mente Reativa Impulsiva ou Emocional estudada em Psicointegração tendo a Dianética por base inicial.
O inconsciente Freudiano é uma manifestação de um Ego específico, um Ego específico que pede e pede. Para cada tipo de manifestação consciente ou inconsciente há um Ego específico, Freud desconhecia isso, o Eu Consciente era um Ego, o Superior outro Ego, um censurando o outro, desintegrando a personalidade e integrados através de Psicointegração ou Dianética. como um Eu permite outro agir, logo sente-se culpado por tal ato. Falamos de três Egos específicos; o Eu que pede, o eu consciente que permite e o superior que julga depois: “porque permiti isto?” são vários complexos dentro de uma pessoa.
Por exemplo, alguém que deixou de beber passa por um bar e bebe demasiadamente, depois se sente culpado. Um Ego golpeia a capacidade de Analisar e julgar e então permite que a Mente Reativa siga descarregando ordens hipnóticas (Engramas), vários deles.
Se alguém apenas assume sua atitude de forma responsável jamais capta os Engramas, pois a propria responsabilidade a deixa analítica. Há aqui uma troca: o sentir-se responsável ao invés de culpado.

A Inutilidade de Terapias


Teorias de base como a Psicanálise, quando não se aprofundam por seus continuadores se torna estéril. A Psicanálise, na atualidade, não é mais que uma estafa a credulidade publica. E os primeiros a reconhecê-los são os psicanalistas, que ainda seguem praticando-a por uma que são exclusivamente monetárias. Dianética, precisamente desenvolvida por L. Ron Hubbard, veio a cobrir essa falência.
Algumas outras terapias buscam o estado alterado de consciência, porém esta debilita o sistema imunológico psíquico.
Quando se perde a noção da realidade, lamentavelmente, muitos terapeutas transpessoais e gestálticos pensam erroneamente que desta forma se amplia a consciência. Poucos alcançam uma amplitude de consciência com este método, à nivel de estimativa apenas 1%.
Algumas pessoas acabam saindo de si, e podem a chegar a ter um sintoma parecido ao que chamamos de estado catatônico, chegando até mesmo a agredir não somente a outros como a si mesmos. A respiração holotrópica, por exemplo, causam estes estados alterados (a respiração holotrópica também pode acontecer de maneira automática, baseada em Repetições e Cópia quando se está em grupo, dividindo coletivamente este tipo de alteração emocional) essas pessoas inclusive em templos pentecostais ou de centros de espiritismo jogam-se no piso com convulsões e inclusive espirando espuma pela boca.

Dentro da popularmente chamada “possessão demoníaca”.

Os estados alterados de consciência – mal chamados “estados de amplitude da consciência” – chegam inclusive a ter estes ataques que se chama a nivel de ciência médica de “epilepsia” e disso temos uma evolução para um estado que os terapeutas tenham que sujeitá-los para que não façam danos a outros.
Uma Extra-Consciencia pode perceber cada Eu Superior e desde dimensões suprafísicas notar que essas pessoas estão padecendo de estados alterados e jamais elevando a consciência. Tampouco aprendem nada novo, não estão a par de nenhuma realidade e estão completamente dominados pelo Ego. Da mesma forma acontece em sessões de regressão ou hipnoses, não conhecendo o funcionamento da Mente Reativa, o terapeuta não cuidará em ter cuidado com que se diz na sala e pode estar sendo gravado nesta Mente como Engrama.
Essas são umas das técnicas que acreditam ser uma das mais avançadas. No entanto não necessariamente este tipo de terapias é Psicologia Transpessoal, se não um ramo desvirtuado dela. É um ramo que pratica a respiração holotrópica. E há muitas escolas que também a utilizam.
A Psicologia transpessoal não tem conhecimento do ego, pelo menos como o tem a Psicointegração desenvolvida por Jorge Olguín em 1997, nem tampouco sabe nada da Mente Reativa de Dianética e Cientologia. A Psicologia Transpessoal é superior a outras terapias, mas é incompleta, e ao ser incompleto nunca vai dar uma boa definição do terapeuta ao paciente, porque é desconhecer uma de cada dez coisas, sendo que outras técnicas desconhecem cinco de dez.
Então se um terapeuta ou uma técnica desconhece uma de dez, vai ser uma terapia mais avançada, mas ao não ser completa, o paciente nunca vai completar sua terapia. O estado alterado da consciência até pode livrar o sujeito que está preso a suas emoções de muitos egos, mas isso se torna fruto meramente do azar. É como a pessoa que no plano físico toma uma bebida forte. Haverá pessoas que se soltam e são excelentes comediantes e haverá pessoas que se soltam e deixam transparecer suas mais baixas paixões e sua agressividade. Algo semelhante ocorre com determinadas ervas.
Então essa terapia não é boa, porque cria engramas a essa pessoa que está experimentando um ataque epilético. Não estará ampliando sua consciência.
Os 1% ou pessoas que possuem uma Extra-Consciencia em planos de alto grau vibratório não prescisam de assistência, os terapeutas, no entanto não admitirão que sua terapia seja negativa porque precisamente vivem dela. Eles adoram sua terapia.
Não erram por adorarem sua terapia, porque cada terapia, de seu próprio modo, pode ser útil. Se Transpessoal ou Gestault, com respiração holotrópica, é 9 de 10 e outra técnica é 5 de 10, obviamente que a primeira é superior e então na comparação resulta mais válida.
No caso da Programação Neurolinguistica. Esta técnica busca fazer com que o sujeito seja do agrado de todos, mas consegue isso em detrimento do seu Ego, e em lugar de integrá-lo o fazer sentir grande. Não está mal para a “sociedade”, porque essa pessoa vai ser feliz nessa sociedade acomodando-se ao gosto dos que a formam, mas internamente segue sendo a mesma pessoa com as mesmas falências.
Freud o descobridor da psique, tinha infinidade de egos e engramas e questionava tudo e era um consumado narcisista. Este até o fim de sua vida sofrendo de múltiplos egos um atrás do outro e questionando coisas como a religião e o sexo.
Sua terapia era tão somente de base, e toda terapia de base é boa, suas mudanças sofridas por sua filha Ana Freud não deixou de fazer dessa modificação uma terapia ainda de base. O que aconteceu foi que sobre esta terapia de base se fizeram uma infinidade de comentários, mas sem que ninguém a continuasse. E uma terapia de base que não é continuada e polida termina sendo obsoleta, como sucedeu com a Psicanálise.
A Psicanálise não foi continuada e polida porque os que a estudaram a tomaram ao pé da letra, a desenvolveram ao pé da letra e não continuaram porque tiveram um temor reverencial de corrigir as coisas.
Temendo serem censurados, nessas pessoas predominou o Ego. Esta terapia de base perde para uma filosofia que busca empatizar com o paciente ao invés de submetê-lo como faz a Psicanálise. Todas as terapias são boas, mas não devem ficar como base. Tudo que fica na base é estéril.
A Psicointegração possui uma estrutura sólida, neste momento é única que pode integrar os egos e é importante continuá-la.

Complexo de Édipo, um Complexo Psicanalítico.


O complexo de Édipo não é inerente ao ser humano, nem tampouco é adquirido, simplesmente foi um dos disparates de Sigmund Freud originado em seus próprios transtornos mentais.
Lamentavelmente muitos profissionais, ainda sem haver experimentado jamais os complexo de Édipo e o de Electra e inclusive estando contra a essa teoria, tem deixado de lado seu próprio discernimento, acatando o absurdo “princípio de autoridade”, para infundir um dos erros mais perniciosos de Sigmund Freud.
Freud elaborou sua teoria sobre esses complexos a causa dos transtornos que ele mesmo padecia, e que inclusive arrastava de preexistências, ou Engramas Conceituais (Gr.Elron). Não eram complexos reais, se não inventados.
Lamentavelmente os difundiu, e muitos de seus seguidores, baseando-se no “princípio de autoridade”, deixando de lado seu próprio discernimento, apesar de não have-los experimentados eles mesmos, e inclusive estando contra a essa teoria, a aceitam e difundem-na.
Freud tinha um problema muito grande com o que logo denominou de complexo de Édipo e transferiu essa idéia a seus consultantes implantando-se a muitos deles o convencimento de que esse complexo existia. Obviamente não é assim, não existe nenhum complexo de Édipo, de castração, não existe nenhuma inveja do penis por parte das meninas.
São todos conceitos falsos, porque quando o indivíduo nasce em determinado gênero se adapta, se adéqua, toma como natural tudo referente a esse gênero. Isto em termos gerais sem tocar ainda no tema da homossexualidade.
É engraçado ao ver que a maioria dos estudantes ou licenciados já recebidos que herdaram o que ensinou Freud não tenham esse complexo. Quer dizer, não buscam uma noiva parecida com a mãe, nem as jovens um noivo parecido com o pai ou que tenha as características parecidas.
Estas mulheres nunca têm visto a seu pai de outra maneira mais que como progenitor, nunca de maneira aberrativa, e, no entanto, eles mesmos, estudantes, professores, licenciados, doutores em Psicologia crêem de qualquer maneira nesses complexos, Édipo e Electra, sem have-los experimentado. Somente por have-los estudado de memória.
Se de pronto uma criança, talvez de 4 anos, entra acidentalmente no banheiro e ve sua prima esta descarregando a bexiga e não tem os mesmos genitais que ele, toma com coisa natural. O toma como coisa natural assim como tomamos como natural o que exista dentro de uma mesma raça “homo sapiens sapiens”, gente de cor de pele ou que tenha cabelos ruivos e outro, cabelo escuro.
A não se que haja em Engrama que por meio dele faça alguém ver a vagina como resultado da extirpação do pênis, mas isso seria outra história. Freud generalizou em cima de seus próprios conceitos, de seu próprio modo de ver baseado em problemas de percepção, idéias deturpadas do meio em que vivia e de sua relação com as pessoas, uma terapia que generaliza experiência pessoal de complexo não pode ser uma base sólida.
Falamos de que no geral dos casos, se os pais deixam que seus filhos pequenos andem pelados quando vão a praia, a menina verá de forma natural o menino com se penis ainda não desenvolvido, com seu saco escrotal, e o menino também verá de maneira natural a menina com sua pequena vagina. Ninguém vai ter sentimentos de mistério sobre o outro sexo. A não ser que seus pais ensinem de maneira machista e deturpada a idéia das diferenças físicas, mas esta também é outra história.
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